XXXII CLINIC AAM

Patrick Passemard e João Varejão na abertura do XXXII Clinic da AAM

O Hotel Baía Azul acolheu, uma vez mais, a Associação de Andebol da Madeira, naquele que foi o  “remate” de abertura do XXXII Clinic da AAM, num dia em que o técnico francês Patrick Passemard e o selecionador nacional  de Seleções Jovens de Portugal, João Varejão, foram os primeiros intervenientes abordando temas como, “ O papel do pivot no Alto Rendimento” e a “Defesa 6:0 nos escalões de formação”.

Bernardo Vasconcelos, presidente da AAM, agradeceu à DRD, Câmara Municipal do Funchal e o apoio do Hotel Baía Azul,  destacou que “ este momento representa muito mais do que uma ação de formação, pois representa um espaço de partilha, de reflexão,  crescimento coletivo, de todos os treinadores, que são sem dúvida um dos pilares de base do nosso crescimento desportivo, são os que diariamente estão no campo e responsáveis pelos valores que passam aos atletas, pela disciplina  e espírito de equipa. Acreditamos que investir na formação dos treinadores é investir no futuro do andebol regional e por isso apostamos em iniciativas como esta”.

Juan Gonçalves, representante da Direção Regional do Desporto (DRD), destacou “os grandes currículos das pessoas que são oradores deste Clinic e que vai ser um espaço de partilha de ideias e de grande reflexão e que irá proporcionar o desenvolvimento dos vossos conhecimentos e da vossa experiência, o que é fundamental para que o andebol da Madeira continue a crescer e contribuir como tem vindo a contribuir no panorama nacional”.

João Varejão destacou  “o prazer de estar na Madeira” e enalteceu o trabalho da AAM em “ano após anos organizar este tipo de vento e quem sai a ganhar somos nós todos treinadores, o mais é fácil desistir e ainda bem que há pessoas com coragem e a Associação de Andebol da Madeira é um exemplo”.

Patrick Passemard começou por revelar que na semana passada esteve em outra ação de formação no continente e gostou do que viu e da forma de estar dos treinadores, ficando a conhecer um pouco mais do andebol português. Reconheceu que “Portugal tem evoluído imenso” e que “tem sido difícil  a França, nos escalões de formação, em jogos a sério, ganhar a Portugal”. Depois, falou sobre o tema do pivot, “aquilo que venho apresentar aqui, não é uma ideia fechada, mas apenas um ponto de partida e uma ideia”, por isso, “podem colocar questões e pensar de forma diferente, como se pode construir o jogo com a colocação do pivot”.